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Categoria: > 1º Noticias conticasos

A Todos os camaradas e amigos....

jerryjerr 01/03/2007 @ 18:10

Caros camaradas amanha e dia de luta pelos vossos intereses, vou a Lisboa,por isso nao vou estar cá para postar mais artigos, se tiver tempo prometo colocar aqui algumas fotos da manif: ok.

Já agora não esquecam de amanha fazerem greve é um direito, para lutar pelos vossos direitos, que cada vez sao menos...

inte...rapaziada..

ATENÇÂO...PIRES AUGUSTO

jerryjerr 17/01/2007 @ 20:42

Caro amigo deste blog "Pires Augusto" tambem me deves conhecer mas eu não.

É so para te dizer que nao tenho medo de nada , pois se assim fosse, ja teria retirado o meu blog e isso nao vai acontecer nem no dia um nem no 2.3.4....

primeiro pela simples rasao que esse senhor que manda os ditos e-mail, nao sei quem é, e em segundo essa pessoa tem que se identificar pessoalmente, e nao por e-mail anonimus, se me conheces assim tao bem deves saber que nao sou homem de vacilar nem de ter medo ok.

Com os comprimentos do admistrador do blog---jerry.

Sonae espera 'luz verde'

jerryjerr 20/12/2006 @ 21:41

Sonae espera 'luz verde' do Governo para abertura dos hipermercados no domingo

A Sonae acredita que o Governo vai alterar o actual regime de horários dos espaços comerciais, permitindo a abertura das grandes superfícies aos domingos, segundo o presidente da unidade retalhista da Sonae, Nuno Jordão.

Cristina Barreto com Reuters

O responsável máximo da Modelo Continente, em entrevista à agência Reuters, adiantou que a actual situação dos horários "é escandalosa" e que "distorce a concorrência no sector", favorecendo as empresas de 'hard discount', que "são as que menos contribuem para o valor acrescentado bruto nacional".

Nuno Jordão referiu ainda que não compreende a posição da Confederação do Comércio de Portugal (CCP), uma vez que não defende os interesses dos consumidores, nem do pequeno comércio.

Quanto à evolução da venda de medicamentos sem receita médica nas grandes superfícies, Nuno Jordão considera que apesar de positivo, o processo está a ser lento com um número de produtos ainda muito reduzido.

"Acho que este assunto [a abertura dos hipermercados aos domingos] vai ser tratado por este Governo, pondo em primeiro lugar os interesses dos consumidores e as normas da concorrência", afirmou.

"Acredito que sim [que os horários vão mudar]", adiantou Nuno Jordão, sublinhando que no dia em que o Executivo tomar a decisão só a Modelo Continente irá criar mais 800 postos de trabalho.

o presidente da retalhista do grupo Sonae acrescentou que a estabilidade governativa é decisiva para o desenvolvimento e crescimento do sector do comércio, e frisou que o facto de se esperar uma legistatura de quatro anos do actual Governo, ou mesmo mais, é um dos factores que dá confiança aos empresários do sector.

Actualmente as lojas com mais de 2000 m2 só podem abrir aos domingos de manhã, com excepção para os meses de Novembro e Dezembro em que abrem todo o dia.

Nuno Jordão lembrou ainda que o actual primeiro-ministro, José Sócrates, já teve noutro Governo a pasta do Ambiente e do Consumidor, "tendo já dado provas de que defende os interesses dos consumidores".

"Só um cego é que não vê que são os 'hard discount', que mais prejudicam o pequeno comércio, porque atacam o seu factor mais competitivo que é a proximidade com o consumidor", salientou o responsável.

No passado, o comércio foi penalizado pelo congelamento de licenças, o que beneficiou o crescimento do 'hard discount', numa medida que beneficiou os retalhistas estrangeiros em detrimento dos nacionais.

JN

Comentários
Eurico
Este senhor se tivesse de trabakar na caixa de um hipermecado ao domingo não ia gostar muito... quando é para os outros é muito facil..

Contra a «obsessão do lucro»

jerryjerr 14/12/2006 @ 22:37

O coordenador nacional da CGTP, Carvalho da Silva, criticou hoje a «violação sistemática» dos feriados e considerou que a «obsessão do lucro não pode ser o suporte da sociedade»

«Compreendo que a sociedade actual tem muitos apelos ao consumo, mas defendo que há valores que não se vendem. Não se pode ceder à ganância de quem quer abrir as lojas aos feriados», afirmou Carvalho da Silva aos jornalistas em Matosinhos.

O líder sindical falava à margem de uma manifestação de protesto contra a intenção do Grupo SONAE de abrir os hipermercados Modelo e Continente no feriado de 01 de Maio.

«O feriado tem que ser feriado», frisou Carvalho da Silva.

Sustentou que «os feriados são mais do que um direito adquirido, têm fundamentos históricos e culturais e estão associados a valores da família e da cidadania».

Nesse sentido, o coordenador nacional da CGTP afirmou esperar uma «reacção do governo» ao ofício enviado no final da semana passada por esta central sindical alertando para a intenção do Grupo SONAE.

A manifestação de hoje, que reuniu cerca de duas centenas de pessoas em frente à sede da empresa que gere os hipermercados Modelo e Continente, teve também como objectivo exigir aumentos salariais de quatro por cento para este ano.

«É indispensável o crescimento dos salários em Portugal», defendeu Carvalho da Silva, salientando que os portugueses são os trabalhadores «mais mal pagos» da União Europeia e frisando que vai haver um agravamento do custo de vida este ano.

«A sociedade precisa de um aumento do consumo para dinamizar o crescimento económico, mas esse aumento não pode ser feito à custa do endividamento das famílias», afirmou.

¿Lucros aos milhões, salários aos tostões¿ e ¿Primeiro de Maio é para lutar, não é para trabalhar¿ foram alguns dos slogans mais entoados pelos manifestantes que começaram a concentrar-se cerca das 12:00, mas interromperam o protesto uma hora mais tarde para almoçar.

Enquanto aguardavam a chegada de Carvalho da Silva, os promotores da manifestação distribuíram sacos com sandes, bolos e garrafas de água, o que fez com muitos optassem por se sentar na relva ou na beira do passeio enquanto matavam a fome.

Carvalho da Silva chegou cerca das 13:20, sozinho e a pé, mas a sua presença não foi suficiente para fazer levantar a maior parte dos manifestantes que estavam a almoçar.

Só voltaram a mostrar alguma animação quando o coordenador nacional da CGTP pegou no megafone para lhes dirigir algumas palavras de solidariedade com a sua luta.

"Autoridades desmantelam rede de adulteração de combustíveis!

jerryjerr 14/12/2006 @ 21:39

Uma rede de falsificação de combustíveis a operar em Portugal, que utilizou fraudulentamente mais de 23 milhões de litros de produto adulterado, num valor superior a nove milhões de euros, foi desmantelada, anunciaram esta quarta-feira as autoridades portuguesas.

Segundo a Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo (DGAIEC), através da investigação conduzida pelos Serviços Antifraude, foi possível desmantelar uma rede composta por 25 elementos, que se dedicou à falsificação entre 1997 e 2003 de combustíveis misturando um produto adulterado à gasolina e ao gasóleo rodoviário.

(...)
A fraude consistia basicamente na aquisição em Espanha e França de óleos base para misturar com gasóleo e gasolina rodoviário, vendendo-os depois como se trata-se de gasóleo genuíno e ao preço fixado por Lei, até 31 de Dezembro de 2003.

O empresário recorria a empresas fictícias e à falsificação de documentos de transporte para ocultar e iludir a real recepção destes óleos em Portugal. Além disso, este indivíduo tinha instalações para armazenamento de produtos petrolíferos com uma capacidade para mais de um milhão de litros.

O comunicado refere ainda que o empresário nortenho, para ocultar a sua actividade ilícita, recorria também ao arrendamento de armazém onde procedia às operações de adulteração do produto, tendo um deles capacidade para armazenar mais de 100 mil litros.

No decurso das investigações, apurou-se igualmente que o principal arguido se socorria de empresários do sector das tintas, vernizes e colas, que usam como matéria-prima hexano e tolueno, produtos que são isentos de ISP - Imposto sobre os Produtos Petrolíferos, e que eram usados para adulterar as gasolinas. A fraude permitia também não pagar o Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA).

De acordo com o comunicado, do «império» deste empresário constavam duas empresas que escoavam os produtos adulterados, outra que procedia ao transporte de tais produtos e ainda uma outra ligada ao sector imobiliário que era detentora de todo o parque industrial.

Durante a mais de 22 operações de busca foram apreendidos 14 veículos de transporte de mercadorias perigosas (tractores e cisternas), um tanque com capacidade para 20 mil litros com cerca de 11 mil litros de hexano e tolueno e ainda dois veículos de matrícula espanhola utilizados pelo arguido (um Porsche e um BMW)."

in PortugalDiario

"Gasolina falsa vendida em hipermercados
Uma investigação da Polícia Judiciária (PJ) ao contrabando de combustíveis identificou várias bombas de gasolina de hipermercados que compram combustível a preços mais baixos e sem apresentar facturas, avança a edição desta sexta-feira do Correio da Manhã.

De acordo com o diário, estes hipermercados compravam o produto adulterado a preços inferiores aos praticados no mercado. A não apresentação de facturas permitia-lhes realizar promoções com descontos significativos no preço por litro.

Ivestigações da PJ, iniciadas em 2002, já conseguiram detectar uma rede de contrabando, com ligações a Espanha, que actua em todo o território Nacional.

O mesmo jornal avança que dezenas de camiões-cisterna carregados com material adulterado passaram a fronteira portuguesa, em 2003, e abordaram vários revendedores, em especial, as chamadas «marcas brancas».

Até ao momento não foi apurado se as bombas situadas em hipermercados sabiam da verdadeira orgem do produto.

Face aos alertas difundidos, muitas bombas mudaram de fornecedores passando a comprar o combustível às principais petrolíferas. Outras optaram por colocar avisos onde informam os clinetes da proveniência do produto.

Fora deste esquema ficaram os postos concessionados pelas principais petrolíferas a operar no nosso país (Galp, BP, Shell e Repsol, entre outros)."
in PortugalDiario

Hipermercados Abriram na Tarde ...

jerryjerr 14/12/2006 @ 21:34

Órgão:

Público

Data:

02-04-2002

Autor:

Diana Ralha

A maioria dos hipermercados teve as suas portas abertas, em horário completo, na sexta-feira Santa, compensando a ilegalidade com encerramento total no domingo de Páscoa.

A maior parte das grandes cadeias de distribuição portuguesas infringiram a lei que regulamenta o horário de funcionamento das unidades comerciais de dimensão relevante (UCDR), ao manterem as suas portas abertas, durante todo o dia, no feriado de sexta-feira Santa. Nos termos da Portaria 153/96, as superfícies com área total superior a dois mil metros quadrados não podem operar mais do que cinco horas, aos domingos e feriados (excepto nos meses de Novembro e Dezembro), mas os hipermercados decidiram, na passada sexta-feira, fazer a sua própria lei, compensando a abertura neste feriado, com o encerramento no Domingo de Páscoa.

Segundo o Sindicato do Comércio e Serviços de Portugal (CESP), a abertura dos hipermercados na passada sexta-feira foi generalizada pelo país e abrangeu todas as insígnias a operarem em Portugal. Cabe à Inspecção-Geral das Actividades Económicas (IGAE) a fiscalização do cumprimento da lei, mas, até ao fecho desta edição não foi possível apurar se as brigadas da IGAE estiveram em campo a fiscalizar os referidos agentes económicos. De qualquer forma, no caso desta infracção o "crime" acaba por compensar, já que a infracção à portaria 153/96 incorre em coimas, sujeitas a recurso, que variam entre os 175 e 2500 euros.

Para o presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), Vasco da Gama, esta é uma situação "inadmissível". "Os grandes grupos económicos fazem aquilo que lhes apetece, comandam o país, tomam as leis na sua mão e interpretam-nas à sua maneira", acusou o responsável, que acrescentou que neste sector da economia se sucedem ilegalidades umas às outras. "A prioridade é cumprir a lei", frisou Vasco da Gama.

Esta infracção à lei surge dias após a CCP ter denunciado, baseada num parecer do provedor de Justiça, que cerca de 500 unidades comerciais de dimensão relevante (UCDR) foram autorizadas ilegalmente pelo Ministério da Economia. Por isso, a confederação exige uma indemnização de 1,995 milhões de euros ao Estado.

O CESP está igualmente apreensivo relativamente à abertura das grandes superfícies nos feriados emblemáticos do 25 de Abril e 1º de Maio. O sindicato sabe que os hipermercados do grupo Modelo Continente preparam-se para abrir as suas portas nos feriados comemorativos da Democracia e dos direitos dos trabalhadores, embora desconheça em que moldes. Se estes cumprirem apenas as cinco horas de horário, estarão a agir dentro da lei, embora tradicionalmente não seja frequente a abertura das superfícies comerciais nestes dois feriados nacionais.

Em comunicado, o sindicato afirma que lutará contra a abertura dos hipermercados nestes dois dias: "Não vamos perder estes direitos, nem estes feriados nacionais, do maior significado, trocá-los por uns euros extra." O PÚBLICO tentou, em vão, confirmar junto da Modelo Continente a eventual abertura das grandes superfícies do grupo Sonae nestas datas e, se assim for, qual o horário que irão cumprir.

jerryjerr: 14-12-2006

Será que esses senhores não teem familia em casa ou só pensao em lucros,

Será que somos meras maquinas para esses senhores, é triste pois ja trabalhei num hiper e sei como sao as coisas. A familia nao existe para quem trabalha em grandes superficies, os horarios incompativeis com o resto do agregado familiar, nao dao margens para conviver.

Será que esses senhores sabem o que é a palavra "familia" "amor" "afeto" etc etc..

Faço aqui um apelo a todas as pessoas que nesses dias nao façam compras nessas ditas grandes superficies comerciais, em prol da FAMILIA..

Obrigado......

queixa

jerryjerr 14/12/2006 @ 21:14
autor: Mário Marques
entidade visada: Continente-Hipermercados
tipo de queixa / reclamação: Reclamação
data: 2001-12-13 07:55:41
Texto da queixa / reclamação:
Já não é a primeira vez, que depois de ver nos panfletos do Hipermercado Continente, um produto que me interessa, me desloco ao mesmo, e quando vou á prateleira respectiva, o mesmo produto não existe. Quando se pergunta aos responsáveis, pelo mesmo produto, a desculpa é sempre a mesma: -Está esgotado !!!

Ontem dia 13/12/2001, desloquei-me ao Hipermercado Continente na Amadora, e depois de lá ir vários dias seguidos, para comprar um brinquedo, que vinha no catálogo, ao questionar a responsável pelo sector, me foi dito, que esse mesmo brinquedo apesar de estar no catálogo, nunca chegou a haver no Continente. O mesmo já me tinha sucedido com a Feira de Vinhos do mesmo hipermercado. A mesma desculpa (os fornecedores), etc.

Aquí fica a minha indignação e o meu protesto, para que os consumidores sejam respeitados.

Hipermercados Modelo!

jerryjerr 14/12/2006 @ 20:53

Autor: André Silva <andresax@sapo.pt>
Data: 11-06-2006

Hoje, dia 11 de Junho, num dos varios Modelos existentes por este Portugal fora aconteceu uma coisa que nunca esperei de uma superficie com este nome. Comprei um "churrasquito" e fui para casa com o meu irmão para almoçarmos, qual não foi o nosso espanto ao vermos que o "churrasquito" estava cheio de lagartos, sim, lagartos. Bom! Dirigi-me de imediato para o Modelo onde pedi o livro de reclamações para exercer o meu direito. Exerci o meu direito e levei a prova do "crime". É inadmissivel que ocorra situações dessas numa grande superficie de grande nome. Falta de higiene e de cuidado num Modelo. Fico a espera da resposta dos Senhores responsaveis pelo Modelo. Que será que vão alegar em defesa deles?

Obrigado!

Retirado do JN- secção do leitor

câmaras de filmar

jerryjerr 13/12/2006 @ 14:58

Supremo Tribunal de Justiça manda retirar câmaras de filmar de local de trabalho

O Supremo Tribunal de Justiça, em Acórdão 8 de Fevereiro 2006, sobre o Processo n.º 3139/05 manda retirar 80 câmaras de filmar de local de trabalho.

 

O Sindicato da Química e Farmacêutica/CGTP/IN, foi o autor deste processo, que passou pela 1ª., 2ª. instâncias, terminando com a decisão do Supremo Tribunal, favorável aos trabalhadores num acórdão exemplar, que faz "luz", sobre uma temática que, crescentemente, afecta a privacidade e o direito à imagem de milhares e milhares de trabalhadores em todos os locais de trabalho.

Filmar e escutar, é cada vez mais banal nos locais de trabalho, sempre ou quase sempre, com o pretexto da segurança.

 

Escutar é absolutamente ilegal e filmar é ilegal na maioria das circunstâncias.

 

Só é legal, quando razões reais de Segurança o justificam, mas sempre, com razoabilidade e proporcionalidade respeitando a privacidade e imagem dos trabalhadores.

 

O desempenho profissional não pode, em nenhuma circunstância, ser objecto de filmagens e muito menos de avaliações por esse meio.

 

A colocação de sistemas de vídeo e vigilância, só pode existir, com autorização expressa da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD). Para obter informação específica pode consultar www.cnpd.pt.

Continente reconhece ilegalidade

jerryjerr 11/12/2006 @ 03:41

Continente reconhece ilegalidade




A loja Continente em Guimarães reconheceu a ilegalidade dos contratos a termo certo de quatro trabalhadores e aceitou a sua passagem a efectivos, informou o sindicato do sector numa nota enviada à comunicação social.

A intenção da empresa de não renovar os contratos dos trabalhadores, ao fim de cinco anos de serviço, levou a CESNorte (Sindicato do Comércio e Serviços do Norte) a intervir junto do gerente da loja, numa reunião realizada a 26 de Novembro. «Ficou claramente provado que os contratos a termo na empresa, em regra, se destinam à ocupação de postos de trabalho permanentes, não havendo qualquer justificação para este tipo de contratos», tendo ainda o gerente justificado a não passagem a efectivos desses trabalhadores por estes não se enquadrarem no perfil dos parâmetros da empresa.
A nota afirmava também que a intervenção do sindicato e o reconhecimento da ilegalidade por parte da empresa, vêm realçar a importância das organizações dos trabalhadores no combate ao trabalho precário e à luta pelos seus direitos.

Makro

O CESNorte veio a público apoiar a decisão da Makro de Braga de se solidarizar com várias instituições do concelho, lembrando as palavras do director do supermercado, segundo o qual «uma empresa não se pode alhear das realidades sociais da zona onde se encontra».
No entanto, não deixa de lamentar que este princípio não seja também extensivo aos trabalhadores da empresa, nomeadamente àqueles que têm vínculos precários. E apresenta o caso de dois funcionários recentemente despedidos de forma ilegal, por suposta não renovação de contrato a termo, sendo, de facto, efectivos.
«Também em relação a estes trabalhadores, que contribuíram certamente para o crescimento e progresso da empresa, o director da Makro devia pensar que existe Natal», afirma o sindicato.

Polisuper

O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) exige que o Supermercado Polisuper cumpra o contrato colectivo de trabalho e termine com os atropelos à legislação.
O CESP denuncia o caso de Fátima Martins, que, dias depois de ter sido eleita delegada sindical na loja de Mem Martins, recebeu ordens para ser transferida para São João do Estoril. Recusando cumprir uma decisão ilegítima, foi impedida de prestar serviço no seu local de trabalho.
«A Polisuper está a comportar-se como uma empresa "fora da lei", não percebendo ou não querendo perceber que Portugal é um Estado de direito e não uma "república das bananas", onde os patrões, arrogantes e desrespeitadores da lei, querem fazer o que muito bem lhes dá na "real gana"», acusa o sindicato.
«A oposição à delegada sindical radica nas muitas ilegalidades praticadas pela empresa, nomeadamente no que se refere ao incumprimento da lei da maternidade e paternidade, ao subsídio de alimentação inferior ao previsto no contrato colectivo para os super e hipermercados, e classificações profissionais incorrectas face à função e antiguidade, que significam vencimentos inferiores aos que legalmente devem receber», explica o CESP