NASCIMENTO de UM PANDINHA


















O koala é um marsupial de quem toda a gente gosta.
O koala habita nas selvas e florestas australianas.
Vive calmamente nos eucaliptos, em cujos ramos se desloca com muita agilidade.
Salta de umas árvores para as outras para se agarrar com firmeza, enrola os dedos nos troncos, cravando neles as suas garras afiadas.
A sua alimentação limita-se às folhas de alguns tipos de eucaliptos que costuma guardar nas bochechas. Para as conseguir digerir tem um intestino muito longo. Ele escolhe as folhas que vai comer, tirando-as da parte da árvore em que as quantidades de substâncias tóxicas são mais pequenas.
Raramente bebe água. Por isso, deram-lhe o nome de koala que é uma palavra aborígene que significa não bebe. Este animal tira dos alimentos toda a quantidade de líquidos que precisa.
Assim que um urso koala nasce pesa pouco mais de 5 gramas e é do tamanho de uma moeda de um escudo.
Quando nasce rasteja sozinho para dentro da bolsa que fica situada no estômago da mãe.
Lá dentro agarra-se à mãe para beber o leite até ficar crescido e poder sair. A mãe transporta-o às costas até aos 6 meses.
Durante mais ou menos 2 meses, o koala entra e sai quando quer da bolsa da mãe. Para habituar o bebé a comer folhas de eucalipto, a mãe koala mastiga-as e dá-lha um pouco mastigadas.
São as mães koalas que ensinam os bebés a escolher as folhas de eucalipto boas para a sua alimentação e esta seria a maior dificuldade para alguém que tentasse domesticar um koala. Apesar dos koalas serem animais muito sociáveis, não devemos domesticá-los porque eles morreriam mais cedo.
O koala grande mede menos de um metro e o seu corpo rechonchudo apresenta uma pelagem, lanuda e suave, de cor acinzentada. As orelhas são redondas e felpudas e o nariz é grande e preto. Com este aspecto é um animal que inspira imensa ternura!
Estes animais não perdem a calma nem fogem quando nos aproximamos deles.
Quando os colonos brancos se instalaram na Austrália, puseram imediatamente em risco os koalas porque destruíam florestas para fazerem habitações e plantações agrícolas. Em 1924 chegaram a exportar dois milhões de peles de koala.
Hoje tomaram-se medidas de protecção e o koala já não corre tanto perigo.
CONCLUSÃO
Os jardins zoológicos são importantes para ajudar a preservar os animais em vias de extinção porque lhes dão as condições de que eles precisam para sobreviver, mas é preciso ter muito cuidado porque o cativeiro nunca é igual ao meio ambiente natural de cada animal.
O HOMEM E A POLUIÇÃO
Tudo o que fazemos tem reflexos na Natureza que nos rodeia. Os homens primitivos causavam apenas ligeiras alterações mas o homem moderno e responsável por grandes danos ambientais.
Há 500 anos os europeus começaram a explorar o mundo. Levaram consigo animais e plantas armas modernas, tecnologias, doenças e um modo de vida que destruiu o equilíbrio ambiental das terras que descobriam
ANIMAIS EM VIAS DE EXTINÇÃO
Desde que a terra existe, numerosas espécies de animais foram morrendo e passado alguns anos foram substituídos. Os homens destruíram muitas espécies de animais em pouco tempo. Nunca mais serão substituídos, por que é preciso salvar os que restam. O dodó é uma espécie de uma ave desaparecida; os marinheiros que desembarcavam para a Ilha Maurícia caçavam-no para o comer. Constituiu também presa de ratos e dos porcos levados pelos navios.
Os crocodilos também são mortos por causa da sua pele: transformar-se-à em sacos, sapatos, carteiras... Estão a rarear. São protegidos, mas os caçadores furtivos continuam a caçalos. O gravial dos ganges, que vês aqui, é uma das espécies mais ameaçadas.
Qual é o animal maior do mundo?
A baleia azul. Do Árctico ao Antárctico, desloca-se ao longo milhares de quilómetros. O seu corpo enorme é uma grande fonte de riqueza: sua gordura dá óleo a sua carne come-se.
ANIMAIS EM PERIGO - PERDA DE HABITAT
As espécies ficam ameaçadas se puderem os seus abrigos e o alimento.Os herbívoros podem morrer de fome se as plantas de que se alimentam desaparecerem. Então os predadores também morrem porque há menos herbívoros e podem começar atacar outras presas. E assim sucessivamente.
As espécies extinguem-se quando se afecta o equilíbrio do seu meio ambiente. Isto pode acontecer devido a causas naturais, mas actualmente deve-se subretudo aos resultados da intervenção humana.
CAÇADORES E PRESAS
Num ambiente saudável, deve existir sempre um equilíbrio entre caçadores e os animais que estes caçam, as presas. Se as presas escasseiam os caçadores deixam de ter alimento e morrem.
O HOMEM CAÇADOR
O homem caçou sempre para obter alimentos e descobriu utilizações para as “sobras” tais peles, penas, marfim e óleos. Desde os tempos pré-históricos a caça levou a extinção de muitos animais.
ILHAS
Os marsupiais por exemplo o canguru e o coala sobrevieram na Austrália, que é como uma enorme ilha separada do resto do mundo.
ANIMAIS SELVAGENS E EM EXTINÇÃO
Sabias que...
- Píton-reticulada
A Píton-reticulada habita as florestas tropicais quentes e húmidas, onde sua cor se confunde com a vegetação. O seu comprimento varia entre os seis e nove metro. Apesar do tamanho, que assusta esta píton é tão dócil quanto a jibóia e pode até ser domesticada. Tanto em cativeiro como no seu ambiente natural, tem por habito descansar de dia e caçar á noite. Adora água e chega a ficar o dia inteiro num agradável banho de imersão apenas com a cabeça de fora.
- Pecari
A Pecari é uma espécie de porco selvagem da América do Sul. A sua principal característica é o calor de pêlos brancos em volta do pescoço: o resto do corpo e cinza e preto com reflexos.
Fora da manada a pecari cai no papo da onça. Diz o povo “sozinho é presa fácil”. Em bando torna-se irascível, perigoso e até a onça prudente, prefere afastar.
EXTINTO
Quando morre o último indivíduo de uma espécie animal ou vegetal, a espécie diz-se extinta (ex.).
Não existe mais nenhum exemplar no mundo. Se uma espécie não foi encontrada na natureza nos últimos 50 anos, considera-se extinta.
A extinção faz parte do ciclo normal da vida durante a História do nosso planeta muitos animais evoluíram e depois extinguiram-se. O seu lugar na natureza é então ocupado por outro grupo de animais. Depois da extinção dos dinossauros, o seu lugar foi ocupado pelos mamíferos.
Durante 50 a 100 anos, o ritmo destas extinções aumentou muito. Agora está cada vez mais acelerada.
ESPÉCIES EM PERIGO DE EXTINÇÃO (E)
São aquelas de que existe um número tão reduzido de exemplares que provavelmente serão extintos. Poderão sobreviver se forem cuidadosamente protegidos.
ESPÉCIES VULNERAVEIS (V)
Transformar-se-ão em espécies em perigo de extinção se as dificuldades se encontram no seu meio Ambiente não forem superados. Precisão de protecção.
ESPÉCIES RARAS (R)
Estão em perigo devido ao reduzido número de indivíduos existentes no mundo inteiro.
Todos estes animais estão extintos. Tudo o que deles resta são figuras exemplares de museus. Por exemplo, o lobo da Tasmânia viveu na Austrália e na Nova Guiné e sobreviveu na Tasmânia até 1930. Estes animais matavam os carneiros e, a partir de 1830, pagava-se um prémio por cada escalpe conseguido. O último lobo da Tasmânia morreu no jardim zoológico de Hobart em 1936, mas é possível que haja sobreviventes em alguma zona selvagem ou remota.
MATAR POR LUXO
Á caça de peles
Por trás da fachada elegante da indústria de peles, que movimenta rios de dinheiro, está a triste validade da matança. Todos os anos, milhões de animais apanhados em armadilhas, sofrem uma morte lenta dolorosa. Ficam presos pelas patas, pescoço ou tronco, em armadilhas de metal ou nas condias. Os animais permanecem na ratoeira cerca de 15 horas antes de serem estrangulados ou mortos á paulada.
Um Lince do Alasca esteve com a pata presa numa armadilha durante seis semanas. Conseguiu manter-se vivo tanto tempo porque os outros animais do seu grupo familiar lhe levavam comida. As armadilhas são segas. Muitos outros animais, tais como águias, corujas, cisnes e animais domésticos são apanhados, mortos e rejeitados. Na gíria do comércio, estes animais são "lixo".
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A família dos guaxinins |
| O panda vermelho – Ailurus fulgens |
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O panda vermelho é o único membro da família dos guaxinins que vive fora das Américas. Área de distribuição e habitat Aparência, tamanho e peso Dieta Estilo de vida Comportamento social e reprodução Situação |