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Categoria: > Curiosidades e invenções

Como piratear um registro do vinil

jerryjerr 02/09/2007 @ 22:56
Assim você pensou que você pirateou tudo não é?
Passo 1

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Usando as tiras de madeira, fazer uma caixa em torno da placa de vidro. Selar fora das bordas usando o cimento da janela. Certificar-se que tudo é hermético.

Passo 2

 

02_380_qjgenth1.jpg

Colocar seu registro dentro da caixa certificando-se de que a parcela a ser copía está para cima. Espremido em algum cimento da janela para marcar onde o furo no registro está.

passo 3

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Misturar o silicone (alisar em OOMOO 30 ou em OOMOO 25) por aproximadamente 3 minutos antes de derramar dentro ao molde.

Passo 4

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Derramar dentro a mistura. Partir de um canto e deixá-lo enchem-acima o molde aproximadamente à metade um do centimetro. Certificar-se que é uniforme. Deixá-lo secar por 6 horas.

passo 5

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Tira fora do silicone do molde. Eliminar o excesso usando um cortador.

 

Passo 6

 

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Derramar o plástico líquido (liso na tarefa #4) no alto do molde do silicone.

 

Passo 7

 

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Certificar-se de que nada derrama sobre o formulário redondo. Você pode também escovar fora de todas as bolhas de ar que possam ocorrer.

Passo 8

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Tirar com cuidado a placa do formulário do silicone. Usando uma prensa , furar um furo através do centro da placa. Você pode usar o formulário do silicone como um molde fazer mais cópias.

E aqui você tem-no. Seus muito próprios Vinil pirateados.

É preciso ter paciencia...

12 coisas para se fazer com coca-cola

jerryjerr 02/09/2007 @ 22:09
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12 coisas para se fazer com coca-cola

Cola-Cola não serve apenas para se beber. Também tem muita utilidade no lar. Essa lista foi testada por um habitual consumidor da bebida e não vale para a forma Diet nem qualquer variação que esteja disponível.

1. Limpar uma panela queimada. É só despejar Coca e deixar ferver. Isso tira todas as manchas.

2. É fácil transformar uma fotografia moderna parecer-se com uma sépia antiga. Basta escovar ligeiramente a fotografia com Coca-Cola e deixá-la secar rapidamente. Não a molhe demais. Fotocópias a preto e branco dão impressão de antiguidade.

3. Se você tingir seu cabelo e o resultado for danoso demais, não se impressione; Cola-Cola ajuda a nivelá-lo.

4. Deixe moedas velhas encarcharem dentro de uma Coca. Isso vai dá um brilho intenso nas coleções e ítens decorativos.

5.Despeje Coca Cola em sua caçarola. Deixe-a por um dia. Isso retirará a borra deixando-a limpa por dentro.

6. Uma lata de Coca despejada no vaso sanitário o deixará limpinho da silva. O ácido contido na bebida ajuda rapidamente no trabalho.

7. Faça um molho excelente para churrasco misturando Coca e ketchup, metade e metade. Lave o frango e a carne antes de cozinhar com Coca. Dizem que fica saboroso.

8. Coca serve como um bom condicionador de cabelo. Despeje-o sobre seu cabelo, enxague e seque.

9. Ponha Coca em pratos fundos no jardim e isso ajudará a livrar suas plantas de lesmas. São atraídos pelo aroma doce e uma vez que caírem no líquido não poderão mais sair.

10. Parafusos enferrujados podem ser recuperados se você encharcar um trapo em Coca-Cola e deixar embrulhado ao redor do parafuso. Deixe por algumas horas e será mais fácil remover.

11. Limpe suas joias num vidro de Coca. Escove com uma escova de dentes e enxague bem. (Não recomendamos para ítens valiosos).

12. Coca-Cola ajuda a reorientar estômagos problemáticos. Não a use gelada, mas ela quentinha, efervescente, vai fazê-lo provocar rapidinho e acabar com a viração do seu estômago.

A RODA

jerryjerr 29/08/2007 @ 18:05

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Segundo algumas hipóteses, a roda foi inventada na Ásia, há 6000 anos, na Mesopotânia talvez. Foi uma invenção de importância extraordinária, não só porque promoveu uma revolução no campo dos transportes e da comunicação, mas também porque a roda, com diferentes modificações, passou a fazer parte de numerosos mecanismos e contribuiu para um incrível impulso ao progresso humano. Como nasceu a idéia de se construir a roda? Talvez dos troncos que muitos povos, inclusive assírios e egípcios, colocavam sob grandes massas de pedra, a fim de que estas corressem melhor pelo terreno, quando queriam transportá-las.
Os veículos com rodas, puxados nos primeiros tempos por bois, depois por asnos e finalmente por cavalos, pouparam muito trabalho e muito cansaço ao homem.

No início a roda era feita de uma peça de madeira inteiriça, compacta e pesada. Para que ela se tronasse veloz e de mais fácil manejo, fizeram-se inúmeras aberturas, originando-se, pouco a pouco, a roda com raios. Estes eram em número de quatro, mas com o passar do tempo foram aumentando. As rodas com raios apareceram na Mesopotânea e na Pérsia, no ano 2000 antes de Cristo. Nessa mesma época, a coroa, ou seja, a parte externa da roda que mantém contato com o solo, foi protegida com inúmeros pregos de cobre, muito próximos uns dos outros, para que não se estragasse. Os assírios e os persas colocaram-lhe depois um círculo metálico.

A posição das rodas uma atrás da outra é típica das bicicletas que nasceram há duzentos anos. A primeira bicicleta era um veículo muito simples; foi inventada pelo francês De Siorac, no ano de 1790 e era composta por duas rodas no mesmo tamanho, ligadas por uma travessa de madeira. Possuía também um cabo ou manivela para apoio das mãos. Mais tarde, 1818, o alemão Carlos Drais aperfeiçoou este veículo, fazendo com que a roda dianteira pudesse mover-se para a direita e para a esquerda.
Com seu movimento giratório, a roda tornou-se logo parte integrante das máquinas que auxiliam o homem a levantar pesos. O guindaste, por exemplo. No guindaste a roda mudou de aspecto, transformando-se em uma roldana, ou seja, em uma roda estriada de modo que uma corda pudesse correr dentro dela, dando origem à polia. Os primeiros guindastes usados pelos gregos e pelos romanos para suspender blocos de pedras, eram formados por traves fortes, chamadas mastros, quase sempre inclinadas. No ponto de encontro fixava-se uma polia.
Muito mais recentemente é a roda de água ou hidráulica, conhecida entre os gregos e os romanos, usada ainda hoje no campo. Era provida de caixinhas ou de pequenas pás e servia para transportar a água até os canais de irrigação. No século I d.C., a roda hidráulica passou a fazer parte de uma invenção revolucionária: o moinho hidráulico.
Nestes, as moendas eram giradas por rodas munidas de pás, movidas pela força da água. Os primeiros moinhos desta espécie parece terem sido inventados pelos gregos; eram rústicos, apresentando uma roda horizontal e moviam-se lentamente. No século I depois de Cristo, o engenheiro romano Vitrúvio transformou esse tipo de moinho. Antes de mais nada colocou a roda hidráulica em posição vertical, depois, aproveitando o conhecimento da roda dentada engrenou o mastro horizontal com o mastro vertical que movimentava a moenda superior. Assim, a engrenagem transformou o movimento horizontal em movimento vertical.
Além dos moinhos movidos pela água inventaram-se os moinhos a vento. Os persas foram os primeiros a desfrutar da força do vento para um trabalho útil. Em alguns de seus documentos que datam do ano 950 a.C., fala-se de moinhos de vento para a moenda do grão e para aspirar a água.
A roda teve também grande importância no desenvolvimento de uma arte antiquíssima: a arte de fiar e de tecer. Os primeiros homens obtiveram o fio das fibras vegetais do linho e do algodão, enrolando-as e esticando-as com as mãos. Somente muito mais tarde chegou-se ao fuso e à roca. O fuso e a roca foram usados durante toda a Antigüidade Clássica, até que na Idade Média o fuso foi adaptado à roda giratória. Nasceu, assim, o molinete.

Os automóveis mais antigos possuíam rodas com raios de madeira ou arame, ou rodas de artilharia, fabricadas em uma única peça de ferro fundido. Na década de 1930 essas rodas foram substituídas pelas de aço estampado, mais leves, mais resistentes e de menor preço.
Com tudo isso podemos perceber que a invenção da roda revolucionou os transportes na pré-história e iniciou uma seqüência de notáveis aperfeiçoamentos.

Os segredos da coca cola

jerryjerr 26/06/2007 @ 23:03
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Atenção aqui ensina como se faz a Cocacola e a sua formula...

 segredos da coca cola.zip (9.28 KB)

Alianças, Para sempre...

jerryjerr 31/05/2007 @ 20:41

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É o símbolo mais antigo do casamento e significa amor eterno.

"Aceita esta aliança como símbolo do meu amor e da minha fidelidade". Para a maioria dos romanticos, este é o momento crucial de uma cerimónia de casamento. O mais especial dos anéis que supostamente nos acompanhará pela vida toda e anuncia ao mundo que somos pessoas absolutamente comprometidas.
A aliança usa-se no dedo anelar da mão esquerda desde a civilização egípcia. Os Faraós foram os primeiros a usar um círculo (sem início nem fim, como alegoria de Eternidade) porque acreditavam que existia uma veia que ligava o dedo anelar esquerdo directamente ao coração.
Mas o uso de uma aliança como promessa púbica de honrar um contrato de casamento foi popularizado pelos Romanos. As primeiras alianças era de ferro. As de ouro e pedras preciosas tornaram-se moda entre os nobres da época Medieval.

A tradição é comum a muitos dos casamentos religiosos das mais variadas culturas e passa sempre pela troca de alianças entre nubentes. É costume inscrever-se os nomes dos noivos e a data do casamento no seu interior. Também é possível fazer a troca de alianças nos casamentos civis, o que não acontecia antes da Concordata de 1940, celebrada entre a Santa Sé e o Estado Português.

Modernidade e classissismo
As alianças mais simples e tradicionais têm sido substituídas por anéis criativos, podendo ser acetinados, com relevo, quadrados, martelados, com diamantes ou em ouro branco. De qualquer forma, reza a etiqueta, o ouro de uma aliança de casamento deve ser sempre de 18 quilates.
A escolher as alianças, tente não ir atrás do último grito da moda. Se tudo correr bem, irá usar aquela jói para o resto da sua vida. Convém que não se canse dela tão cedo! Convém seja de uma beleza clássica (o que não impede um ou outro detalhe mais original) e que seja confortável de usar (sobretudo por causa do marido, já que a maioria dos homens não está habituada a usar anéis).
As de aros com contornos arredondados são mais confortáveis. As planas por dentro e por fora proporcionam sensação de maior leveza.
Nada obriga a que a aliança do marido e da mulher sejam exactamente iguais. A da noiva pode ser adornada, por exemplo com um pequeno diamante, enquanto que a do noivo pode permanecer simples.

Durante a cerimónia
A aliança é a jóia-rainha da cerimónia de casamento. Por isso, a noiva deve ser minimalista no que refere ao uso de outros adornos. Nada de anéis, esqueça o relógio. Cinja-se a um par de pequenos brincos de pérolas ou diamantes e um colar de pérolas ou platina junto ao pescoço. Se tem anel de noivad e quiser usá-lo no dia do casamento, coloque-o apenas depois da cerimónia, no anelar da mão direita.

Tradicionalmente, era o padrinho do noivo quem as oferecia, ou o próprio noivo que as comprava. Nos dias de hoje são os noivos que as compram em conjunto. A personalização está em alta, com a novidade cada vez mais popular de gravar os nomes dos conjuges com a caligrafia de cada um.

No momento certo, são entregues por uma criança numa pequena bandeja ou cesto e benzidas pelo padre. Após serem trocadas pelos noivos, as alianças indicam que se tornaram marido e mulher, simbolizando compromisso e união.
Diferentemente do que é costume em Portugal, em que a aliança se usa do dedo anelar da mão esquerda, em Espanha e na Áustria usa-se no anelar direito.

Origem do Átomo

jerryjerr 19/05/2007 @ 00:16

atomo.gifA palavra "átomo" é de origem grega e deriva do verbo "témnein = cortar", com o prefixo negativo "a-"; significando portanto "indivisível". O termo foi usado pela primeira vez pelo sumo filósofo grego Demócrites (cerca de 460-370 a.C.), para indicar as partículas indivisíveis em que, segundo ele, era formada a matéria. Sendo que não havia como demonstrar cientificamente, com provas, esta sua teoria atomística, foi considerada uma simples especulação filosófica. Tiveram que passar mais de dois mil anos, antes que a teoria fosse confirmada pela ciência; o átomo é realmente um componente elementar da matéria, apesar que nos dias de hoje os cientistas tenham descoberto que o átomo é constituído, por sua vez, de partículas ainda menores.

Serviço Público

jerryjerr 24/04/2007 @ 22:06

Se por acaso conhecem ou já vos aconteceu o caso de verem um automóvel bater e fugir, mas viram-lhe a matrícula e não sabem como identificar o condutor, então fiquem pelo menos a saber que carro era e de que companhia de seguros se trata.

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Muito Útil

Façam a experiência...

Um Abraço

Nascidos antes de 1986

jerryjerr 23/04/2007 @ 21:12

De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que

nascemos nos anos 60, 70 e princípio de 80 não devíamos ter sobrevivido

até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores

bonitas em tinta á base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e

mordíamos. Não tínhamos frascos de medicamento com tampas "á prova de

crianças" ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.

Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.

Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags -viajar

á frente era um bónus. Bebíamos água da mangueira do jardim e não da

garrafa e sabia bem. Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e

bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos

sempre a brincar lá fora. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e

nunca morremos disso.

Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a

grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que

esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado

aprendíamos.

Saímos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos

em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se

importava com isso. Não tínhamos Play Station, X Box. Nada de 40 canais

de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores,

DVD, Chat na Internet. Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar

íamos á rua.

Jogávamos ao elástico e á barra e a bola até doía! Caíamos das arvores,

cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em

tribunal. Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos ás

portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.

Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não íamos a pé para a

escola; não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem. Criávamos

jogos com paus e bolas. Se infringíssemos a lei era impensável os nossos

pais nos safarem, eles estavam do lado da lei. Esta geração produziu os

melhores inventores e desenrascados de sempre. Os últimos 50 anos têm

sido uma explosão de inovação e ideias novas. Tínhamos liberdade,

fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.

És um deles? Parabéns!

Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como

verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas

vidas, "para nosso bem". Para todos os outros que não têm idade

Suficiente pensei que gostassem de ler acerca de nós. Isto meus amigos é

surpreendentemente medonho ... e talvez ponha um sorriso nos vossos

lábios:

A maioria dos estudantes que estão nas universidades hoje nasceram em

1986.. chamam-se jovens. Nunca ouviram "we are the world" e uptown girl

conhecem de westlife e não Billy Joel. Nunca ouviram falar de Rick

Astley, Banarama ou Belinda Carlisle. Para eles sempre houve uma

Alemanha e um Vietname. A SIDA sempre existiu. *Os CD's sempre *

*existiram.* O Michael  Jackson sempre foi branco.

Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar

que aquele gordo fosse um dia deus da dança. Acreditam que Missão

impossível e Anjos de Charlie são filmes do ano passado. Não conseguem

imaginar a vida sem computadores. Não acreditam que houve televisão a

preto e branco. Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:

1.. Entendes o que está escrito acima e sorris

2.. Precisas de dormir mais depois de uma noitada

3.. Os teus amigos estão casados ou a casar

4.. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores

5.. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis

6.. Lembras-te da Gabriela (a primeira vez)

7.. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos

8..Vais encaminhar este e mail para outros amigos porque achas que vão

gostar.

SIM ESTÁS A FICAR VELHO!!

VILARINHO DAS FURNAS

jerryjerr 10/04/2007 @ 18:06

Vilarinho da Furna era uma pequena aldeia da freguesia de S. João do Campo, situada no estremo nordeste do concelho de Terras de Bouro.

Segundo uma tradição oral teria começado a sua existência por ocasião da abertura da celebre estrada da “ Geira “ , que de Braga se dirigia a Astorga num percurso de 240 Km, e daqui a Roma. Estaríamos segundo a opinião mais provável, pelo ano de 75 d.C.. Um grupo de sete trabalhadores, assim reza a tradição, resolveu fixar-se junto da actual Portela do Campo. Passado pouco tempo, por motivos de desentendimento, quatro desse homens deixaram os sues colegas e foram instalar-se a poucos metros da margem direita do rio Homem, dando, assim, inicio á povoação de Vilarinho da Furna.

Em suma, tudo o que hoje se pode dizer sobre o nascimento de Vilarinho da Furna se resume num levantar de hipóteses. Todavia, no meio de toda esta incerteza, um facto se apresenta incontestável : se não a sua origem romana, pelo menos a sua romanização, os romanos chegaram, viveram, passaram e deixaram rasto. Atestam-no as duas vias calcetadas que davam acesso a povoação pelo lado Sul e, sobre tudo, as três pontes de solida arquitectura.

Como a maior parte das aldeias serranas do Norte de Portugal, Vilarinho da Furna era constituído por um aglomerado de cassas graníticas, alinhadas umas pelas outras, formando ruelas sinuosas. As casas de habitação compunham-se geralmente de dois pisos sobrepostos e independentes : - uma loja térrea, destinada aos gados e guarda de alfaias e produtos agricultas; e um primeiro andar para habitação propriamente dita, onde ficavam a cozinha e os quartos. O mobiliário era simples e modesto. Alguns objectos como louças, candeias, talheres, lanternas, etc., eram comprados nas feiras ou a vendedores ambulantes que passavam pela povoação mais ou menos regularmente. Outros eram de fabrico caseiro como as arcas, camas de madeira, raramente ornamentadas com motivos religiosos, as mesas e os bancos, além da quase totalidade dos artigos de vestuário. A iluminação nocturna era feita com uma variedade de candeias e candeeiros de recipiente fechado, que funcionavam a petróleo, com gordura animal ou azeite, quando aquele escasseava por alturas da guerra.

Todos os habitantes de Vilarinho da Furna, ai residentes, praticavam a religião católica, sendo motivo de forte critica por parte dos outros e o eventual não comprimento dos deveres religiosos.

O povo de Vilarinho, além do acatamento das leis vigentes do seu País, tinha também as suas leis internas que eram respeitadas e, escrupulosamente cumpridas. Para isso havia uma junta que era composta por um Zelador (antigamente Juiz9 acompanhado por seis membros.

Para esta assembleia dos seis podiam ser eleitos os chefes de família, tanto homens como mulheres, estas nessa qualidade, quando em estado de viuvez ou ausência do marido, devido à emigração. O sexo feminino podia eleger e assistir às reuniões da Junta, porém, nunca podia ser escolhido para o alto cargo de Zelador, pois a nomeação deste era feita de entre os homens casados, por ordem cronológica do consórcio.

As eleições para a escolha dos Seis e substituição do Zelador eram realizadas de seis em seis meses. Os Seis que cessavam as funções, transmitiriam aos sucessores, na presença do novo Zelador e do Zelador cessante, os assuntos pendentes e o dinheiro em cofre.

Em tempos, o Zelador antes do início da reunião, jurava sobre os Santos Evengelhos e, no acto da sua posse, impunhava a vara das cinco chagas, jurando, assim, obediência a todos os vizinhos.

A Junta reunia, normalmente, todas as quintas-feiras. Para isso o Zelador, ao raiar da aurora, tocava uma buzina (búzio) ou um corno de boi, chamando os componentes da Junta. Ao findar o terceiro toque, espaçadamente, dirigia-se para o largo de Vilarinho, levando uma caixa onde se encontravam as folhas da lei. Seguidamente, o Zelador procedia à chamada, aplicando aos faltosos uma "condena2 de 50 centavos, a não ser que uma pessoa de família comparecesse justificando o motivo da ausência. Porém, aqueles que faltassem todo o dia sem apresentar qualquer justificação, eram condenados a pagar 5$00. A reunião da parte da tarde não se realizava no largo da aldeia, mas, sim, junto aos campos, na ponte romana sobre o rio Homem. Era nestas assembleias que se determinava os trabalhos a realizar e as "condenas2 a aplicar. Depois de todos terem discutido os vários assuntos respeitantes à vida da aldeia, os seis reuniam-se para deliberarem, vencendo sempre a maioria e tendo o Zelador voto de qualidade. Os assuntos principais incidiam sobre a construção e reparação dos caminhos, muros e pontes de serventia comum, a organização pastoril (vezeiras e feirio), organização dos trabalhos agrícolas (malhadas, desfolhadas, vindimas, roçadas, etc.) e, ainda, a distribuição das águas das regas, etc.

As atribuições do Zelador eram tais, que poderia, em caso muito grave, expulsar o vizinho, isto é, margina-lo totalmente da vida social e sistema comunitário. Ele era também o Juiz de todos os crimes, com excepção para o homicídio por ser da competência dos tribunais.

Havia um puro sentimento de solidariedade que envolvia este povo e a sua força de unidade, traduzia-se no lema de todos por todos.

Muito haveria a dizer do regime comunitário de Vilarinho, um povo que deixou a todos nós, uma história e um exemplo.

O espectro da barragem começou a pairar sobre a população como um abutre esfaimado. A companhia construtora da barragem chegou, montou os sues arraiais e meteu mãos á obra. Esta surge progressiva e implacável. O êxodo do povo de Vilarinho pode localizar-se entre Setembro de 1969 e Outubro 1970, quando na aldeia foram afixados os editais a marcar o tapamento da barragem. De um ano dispuseram pois, os habitantes de Vilarinho para fazer os seus planos, procurar novas terras e proceder á transferencia dos seus moveis.

As 57 famílias que habitavam esta povoação, estão agora dispersos pelas mais variadas terras dos concelhos de Braga.

Da vida e recantos da aldeia comunitária não resta mais que um sonho . Sonho que é continuado no Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna, construído com as próprias pedras da aldeia.

A barragem de Vilarinho da Furna foi inaugurada em 21 de Maio 1972.

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O significado da Páscoa...

jerryjerr 08/04/2007 @ 11:03

A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.

Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.

No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.

A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!

Vamos ver agora como surgiu o chocolate...

Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.

Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou.
O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.
Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.

Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.

Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.

Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumí-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.

E o coelho?

A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.

Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?

No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.

Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!

Mas por que a Páscoa nunca cai no mesmo dia todo ano?

O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica").

A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas.

Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa "móvel".

De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.

Para os curiosos, olha aí as datas da Páscoa até o ano de 2010:

  • 2000 - 23 de abril
  • 2001 - 15 de abril
  • 2002 - 31 de março
  • 2003 - 20 de abril
  • 2004 - 11 de abril
  • 2005 - 27 de março
  • 2006 - 16 de abril
  • 2007 - 08 de abril
  • 2008 - 23 de março
  • 2009 - 12 de abril
  • 2010 - 04 de abril